Topo

Topo

segunda-feira, 20 de fevereiro de 2017

Capacitação Criativa e Inovadora

A CDL de Santa Cruz do Capibaribe precisa saber qual dos cursos abaixo você tem interesse em fazer. Essa pesquisa visa levantar dados sobre os seus interesses e de acordo com a sua resposta, a CDL irá viabilizar o desenvolvimento dos cursos. Portanto, pedimos a sua gentileza de responder a pesquisa abaixo.


sexta-feira, 17 de fevereiro de 2017

Votos de pesar



A CDL de Santa Cruz do Capibaribe vem a público se solidarizar com a família Arruda, conhecida pelo Cartório Arruda de Santa Cruz do Capibaribe, em função do falecimento de Dona Fernanda, que tanto contribuiu para o desenvolvimento da cidade, através do notável trabalho a frente do Cartório Arruda. À toda família e amigos, queremos levar nossos votos de profundo pesar.

Produtores de algodão do Mato Grosso conheceram o potencial de negócios do Moda Center Santa Cruz

Gestores do Moda Center Santa Cruz receberam na manhã desta quinta-feira (16), uma comitiva de integrantes da Associação Mato-Grossense dos Produtores de Algodão (Ampa). O grupo formado pelos empresários Alexandre Scheffer, Eraí Maggi e Décio Tocantins (respectivamente presidente, vice-presidente e diretor da instituição) estava acompanhado de Ricardo Tomczir, titular da pasta de Desenvolvimento Econômico daquele estado, que responde por mais de 60% do plantio desta lavoura em território nacional.

A missão veio conhecer o polo têxtil pernambucano e analisar a cadeia fabril relacionada a ele. Após ser apresentada aos números e à gigantesca estrutura do parque, o grupo saiu impressionado com o maior centro atacadista de confecções do país, localizado em Santa Cruz do Capibaribe.

“Estamos analisando os principais consumidores do algodão mato-grossense. Fiquei surpreso com o comércio na região. Souberam aproveitar bem a oportunidade e fazer a transformação da economia. Isso acaba estimulando o produtor do nosso estado a vir em busca desse mercado”, falou Ricardo Tomczir.

Eraí Maggi enfatizou o interesse da Ampa em estabelecer negócios com o empresariado local. “Nossa visita tem como objetivo estreitar as relações comercias entre nosso estado e o Nordeste para que possamos fazer competividade frente ao algodão importado. Pretendo voltar para podermos amarrar os laços do mercado local com a economia mato-grossense”, destacou. Ele antecipou que pretende trazer o ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento Blairo Maggi para conhecer o potencial de negócios da região.

“Ficamos satisfeitos em receber a missão para mostrar um modelo de empreendedorismo que surgiu da necessidade de subsistência de um povo para compensar a falta de chuvas, por isto a agricultura inexiste na região. Com o passar do tempo percebeu-se a necessidade de organizar o comércio de confecções da nossa cidade e nasceu o Moda Center Santa Cruz. A região dispõe do que há de mais moderno no setor tanto em matéria-prima como em maquinário. Geramos cerca de 150 mil empregos e produtores de 54 cidades em um raio de 300 quilômetros vendem seus itens no nosso empreendimento”, afirmou Valmir Ribeiro, conselheiro consultivo do centro atacadista.

As informações de Ribeiro foram complementadas pelo consultor do Sebrae-PE que acompanhou a caravana ao parque, Romero Sobreira de Carvalho. “Santa Cruz do Capibaribe é uma cidade precursora no polo de confecções e a maior consumidora de produtos têxteis na região, portanto é importante conhecerem a evolução e as etapas do processo”, enfatizou.


Conheça os benefícios de valorizar e comprar no Comércio Local

Ao comprar no Comércio Local, promovemos o desenvolvimento do município, contribuindo para o aumento de novos postos de trabalho, recolhendo impostos municipais e gerando mais investimentos em diversas áreas.
Assim como os Empreendedores que acreditaram e continuam acreditando no potencial de nossa cidade, nós devemos fazer a nossa parte e ter consciência de que o consumo em nossa região, só nos traz benefícios, pois estamos investindo na valorização de nossos bens, é um ciclo.
As opções são diversas e vale a pena darmos prioridade ao Comércio Local. Quando falamos em preço, é necessário também rever gastos com viagens e frete, além disso, o pós-venda é bem mais acessível quando compramos em nossa cidade.
Como consumidores, podemos ajudar também sendo exigentes. Ao pesquisar melhores preços, opções e ouvir sugestões, nós estimulamos a competitividade entre as empresas locais, que a partir disto irão buscar soluções para se destacar no mercado e priorizar a qualidade em seus produtos, serviços, preços e principalmente, atendimento.
O Consumidor consciente saberá analisar todas as vertentes que influenciam no preço final e julgar se o produto ofertado é condizente com a realidade econômica. Lembrando que, muitas vezes, o barato pode sair caro e em diversas situações estar mascarado com procedência duvidosa e não oferecer garantias, por isso, ao investigar mais sobre o produto você também pode ajudar a diminuir a indústria do crime. Sempre peça a Nota Fiscal.
O Empresário, por sua vez, precisa estar aberto para as necessidades de seus clientes e sensibilizado sobre a importância dos Consumidores.
É como se fosse uma troca, entre Consumidores e Comércio. Os Consumidores devem mostrar suas expectativas, enquanto o Comércio, a partir delas, tem que oferecer as melhores opções de acordo com cada necessidade.
Porém, fica a certeza de que comprar no Comércio Local ajuda no desenvolvimento econômico de nossa cidade e por sua vez, na melhoria de nossa qualidade de vida.

Saiba como investir o dinheiro do FGTS inativo

Fonte: Agência Brasil

Mais de 30 milhões de trabalhadores devem buscar a Caixa Econômica Federal para sacar recursos de contas inativas do FGTS a partir do próximo mês. Só terão direito ao saque aqueles com contratos de trabalho finalizados até 31 de dezembro de 2015 e que não tenham sacado o benefício. Segundo a Caixa, há 49,6 milhões de contas nessa situação – 95% delas com valores até R$ 3 mil e 5% com valores superiores a R$ 3 mil. Com o recurso em mãos, surge a dúvida: o fazer com esse dinheiro?

A primeira dica, na avaliação de especialistas ouvidos pela Agência Brasil, é ser prático e pagar ou diminuir o saldo de dívidas. “Como o brasileiro médio está endividado, é preciso regularizar essa situação, a recomendação é quitar a sua dívida, se possível, ou adiantar parcelas a vencer para diminuir os juros e encargos”, aconselha o professor do departamento de ciências contábeis e atuariais da Universidade de Brasília (UnB) Roberto Bocaccio.

Segundo ele, em geral, as pessoas tendem a usar esse dinheiro para necessidades de consumo imediato. No entanto, o especialista aconselha que após quitar as dívidas e suprir necessidades básicas, o ideal “seria aplicar a parte que sobrar em algum investimento com a remuneração mais elevada do que a do FGTS”.

Investimentos

Para o professor, se a necessidade de consumo for alta, o melhor é investir em algum bem durável, de médio e longo prazo, porque usando o dinheiro para consumo imediato, ele se esvai. “É importante que a pessoa se lembre que o Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS) foi criado para garantir um socorro lá na frente, para o beneficiário ou seus dependentes. Então, é essencial que esse valor seja bem utilizado em uma capitalização ou em bens duráveis”, explica.

>> Saiba o que fazer para sacar o dinheiro do FGTS inativo

Bocaccio acredita que aqueles que vão receber uma quantia mais alta possivelmente já têm investimentos e podem aplicar o valor do FGTS inativo de acordo com o seu perfil. “Para quem quer correr os riscos, investir em renda variável, como bolsa de valores, é aconselhável, mas isso exige cuidado, pesquisa e sangue frio”, diz o especialista.

Já para os conservadores, ele sugere a aplicação em renda fixa ou no Tesouro Direto. “No caso do Tesouro Direto, a pessoa vai escolher de acordo com a remuneração e prazo do investimento. Essas opções não exigem tanta pesquisa e acompanhamento sistemático, são mais fáceis de se fazer”, exemplifica Bocaccio.

O economista Carlos Alberto Ramos avalia que, em geral, a quantia que as pessoas vão receber é muito baixa e a taxa de juros no Brasil, muito alta. “Em termos de lógica econômica, se alguém vai receber o dinheiro e tem dívida, o ideal é pagar essa dívida”, afirma.

Ramos pondera que, como a taxa de emprego está baixa no país, é possível também que parte dos beneficiados estejam desempregados e queiram consumir alguns bens básicos. “A prioridade é quitar as dívidas ou diminuir o valor da dívida. É muito difícil se fazer algum investimento com esse dinheiro, porque as pessoas que vão receber o FGTS, nessas condições, são pessoas de renda média ou baixa, que dificilmente poupam. Não faz muito sentido também investir um dinheiro em uma aplicação que possivelmente tem o rendimento menor do que o juros da dívida da pessoa”, avalia.

Benefício

Os valores das contas inativas estarão disponíveis para saque até o dia 31 de julho. Depois dessa data, o trabalhador deverá se enquadrar nas opções tradicionais de saque (como aposentadoria ou aquisição de moradia própria, por exemplo) para receber os valores.

O FGTS, na prática, funciona como seguro nos casos de demissão sem justa causa, mas também como uma espécie de poupança. Trata-se de um depósito mensal que toda empresa faz para os funcionários contratados pelo regime de Consolidação das Leis do Trabalho (CLT).


Benefícios CDL - A importância de se fazer um curso de idiomas

Falar uma segunda língua, nos dias de hoje, é quase uma obrigatoriedade imposta pelas empresas que estão em busca de bons profissionais. Há alguns anos, falar inglês era um grande diferencial competitivo, mas hoje a coisa é um pouco diferente. Muitos processos de seleção para empregos e programas de trainee acabam por exigir que o candidato fale inglês quase que como a sua língua principal, aquela que você aprende desde pequeno.

O que sem dúvida alguma complica a vida de pessoas que ainda nem pensaram em iniciar um curso de idiomas. E quando a empresa exige o espanhol ou francês como “segunda” língua, além do inglês, o que fazer? Desespero na certa!


Parceria CDL e Wizard
Através de uma parceria que a CDL Santa Cruz do Capibaribe firmou com a escola de idiomas Wizard, os associados têm descontos para fazer um curso de idiomas. Confira as vantagens de ser associado!


quarta-feira, 15 de fevereiro de 2017

Sicoob oferece produtos e taxas diferenciadas para empresários santa-cruzenses

Uma das dinâmicas empresariais que mais tem mexido com os lojistas e clientes são as formas de pagamento. Com o aumento da violência, é comum o cliente optar por não andar com dinheiro, apenas com cartões de crédito ou débito, fator que tem impactado diretamente no mercado atual, pois muitos empresários ainda resistem em não aceitar cartões e isso torna-se negativo para o seu faturamento mensal. Sobre isso, nós conversamos com a Daniela Medeiros, ela que é Consultora de Negócios do Bancoob e com a Lisandra Lucena, supervisora de produtos e marketing do Sicoob PE. Confiram a entrevista!
 
Maquinetas de cartão de crédito, como vocês observam essa mudança cultural por parte dos empresários?

Daniela Medeiros –Lisandra Lucena - Na verdade, um trabalho de apresentar as vantagens da segurança em transações financeiras, porque na atualidade, ainda temos uma situação de resistência por parte de alguns lojistas em aceitarem cartões de crédito e isso inibe o seu faturamento, uma vez que está cada vez mais comum o cliente optar por pagar com cartões de crédito.

Quando vocês citam resistência, de que forma vocês identificam isso no mercado?

Daniela Medeiros –Lisandra Lucena - Em nossas visitas, é comum nós observarmos ainda o uso de nota promissória, uma forma de pagamento ultrapassada e que não gera nenhum resultado para o lojista. Com a maquineta de cartão de crédito, tudo é mais seguro e mais cômodo. Essa resistência, a gente observa que é mais por falta de informação, porque quando a gente demonstra as vantagens, os lojistas acabam gostando, sobretudo pelo baixo custo que é ao adquirir uma maquineta.

E que vantagens seriam essas?

Daniela Medeiros –Lisandra Lucena - Olha, primeiro porque o cheque caiu em desuso e segundo porque vendendo no cartão, mesmo que seja a prazo, o lojista consegue antecipar o pagamento, com um taxa mínima oferecida pelo Sicoob. Ou seja, o lojista pode fazer a antecipação desse pagamento e conseguir capital, coisa que vendendo com notas promissórias, não acontece.

Com o passar dos anos, os clientes têm optado por pagar com cartões. A que se deve isso?

Daniela Medeiros –Lisandra Lucena - Notamos que os lojistas estão preocupados e observamos uma mudança de postura tanto por parte do lojista, que tem buscado se adequar as novas dinâmicas de mercado e também mudança de postura por parte do cliente, uma mudança cultural, pois hoje em dia todo mundo possui cartões de crédito e o lojista que não se adequar a isso, vai perder de vender.

Por mais que haja resistência, os empresários demonstram uma preocupação?

Daniela Medeiros –Lisandra Lucena - Inclusive, em todas essas cidades que temos o Siccob, a gente observa que eles se preocupam quando não ofertam a opção da venda com o cartão.

O Sicoob possui a maquineta do SIPAG. Quais as vantagens que o empresariado santa-cruzense tem ao aderir ao SIPAG?

Daniela Medeiros –Lisandra Lucena - O SIPAG é um produto do Sicoob e para o empresário ter acesso precisa ser associado do Sicoob, adquirir a maquineta, pois assim ele está comprando um produto da sua cooperativa. Nós temos as vantagens de revisões de taxas, praticidade, porque nada é engessado e vale salientar que por o Sicoob ser uma cooperativa, quando há lucros, as sobras voltam para o cooperado.

Para finalizar, qual a mensagem vocês deixam  para o empresariado de Santa Cruz do Capibaribe?


Daniela Medeiros –Lisandra Lucena - Tem que se reinventar, não temos fórmulas prontas para atingir os mercados e nós do Sicoob estamos aqui para sermos parceiros.

segunda-feira, 13 de fevereiro de 2017

CDL realiza lançamento da 3ª Edição do Moda e Negócios

O lançamento da 3ª Edição do Projeto Moda e Negócios da CDL Santa Cruz do Capibaribe, promovido através da Câmara Setorial de Representantes da Confecção, foi lançado na noite da última quinta-feira (09), no Teatro Municipal. O projeto visa promover um ambiente de negócios onde todos os agentes da cadeia de vestuário do Polo de Confecções do Agreste pernambucano possam mostrar seus produtos com criatividade e profissionalismo, através de exposição de showroom. Sempre valorizando a cultura empreendedora e visando o fortalecimento do associativismo através da Câmara Setorial dos Representantes Comerciais de Confecções e da cooperação entre as empresas da cadeia produtiva do setor de confecções.

Na oportunidade, os empresários da confecção já puderam escolher a localização dos seus estandes. Toda apresentação foi feita pelo Consultor Antônio Sérgio. O evento contou com a participação de vários membros da Câmara Setorial, do Presidente da CDL, Valdir Oliveira, que ressaltou a importância do evento. “Este ano a nossa expectativa é de gerar 15 milhões em vendas e eu não tenho dúvidas de que estamos preparados para este grande evento. Nós da CDL ficamos entusiasmado em poder fomentar um evento como este para os empreendedores da nossa cidade e da região, pois isso ajuda ao desenvolvimento do município, gerando emprego e renda”, pontuou.

Os empresários presentes ao evento já puderam fazer as suas adesões dos estandes. Por ordem de chegada, os mesmos já escolheram o estande e assinaram o contrato. A empresária Maria Luiza, da empresa Mimi Deluxe, ressaltou a satisfação de participar de mais um evento. “Esta é a quinta vez que eu participo de rodadas de negócios, estou nesse evento desde a primeira edição  e quero ressaltar a importância dos representantes para o sucesso desse evento, porque eles nos dão total apoio”, explicou.


Ainda restam alguns estandes para negociação e os interessados podem entrar em contato com a CDL, pelo telefone (81) 3731-2850. O evento está previsto para acontecer de 26 a 28 de julho, em Santa Cruz do Capibaribe.

sexta-feira, 10 de fevereiro de 2017

Capacitar para crescer: Donos de Bares, restaurantes, pizzarias e hotéis conhecem proposta de capacitação na CDL

 
Com o objetivo de promover um ambiente de negócios do turismo, da cultura e do artesanato, de modo a valorizar a vocação e o potencial existente na região, por meio do fortalecimento e da comunicação entres os elos complementares destas cadeiras, o SEBRAE, através da Consultora Marisete Bento, esteve na sede da CDL, em Santa Cruz do Capibaribe, para apresentar uma proposta diferenciada de trabalho com proprietários de Bares, restaurantes e hotéis da cidade.

O encontro foi articulado pela entidade lojista, através da secretária executiva, Katyane Amaral e do presidente, Valdir Oliveira, que pontuou a importância da reunião. “Um dos principais fatores é promovermos esse fortalecimento desses segmentos de serviços, a fim de que possamos ofertar melhor comodidade e bom atendimento ao nosso cliente, que chega em nossa cidade para apreciar a nossa cultura econômica”, explicou.


A CDL visa com isso, desenvolver novas ações que atendam as demandas dos empreendedores desses segmentos. 



quinta-feira, 9 de fevereiro de 2017

É hoje


Inflação é a menor para os meses de janeiro em quase quatro décadas

Fonte: Agência Brasil

A inflação oficial do país fechou janeiro de 2017 com a menor alta para os meses de janeiro de toda a série histórica iniciada em 1979 – ou seja, em quase quatro décadas.

A constatação é do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), que divulgou hoje (8), no Rio de Janeiro, o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA): 0,38%.

No entanto, em janeiro deste ano a taxa subiu 0,8 ponto percentual em relação a dezembro de 2016, ao passar de 0,3% para 0,38%. É, porém, 0,89 ponto percentual inferior ao apurado em janeiro do ano passado: 1,27%.

Com o resultado de janeiro deste ano, a inflação acumulada pelo IPCA nos últimos 12 meses é de 5,35%, ficando 0,94 ponto percentual abaixo dos 6,29% apurados nos 12 meses encerrados em dezembro de 2016.

Os dados do IBGE indicam, ainda, que a alta de janeiro deste ano foi puxada pelas tarifas de ônibus, que, pressionadas pela alta dos combustíveis (1,28%), subiram 2,84%, liderando o ranking dos principais impactos individuais, com 0,07 ponto percentual para a taxa global do mês. Item importante nas despesas do consumidor, os ônibus urbanos têm expressiva participação de 2,61% na formação do IPCA.

Com a alta das tarifas dos coletivos, o grupo transportes apresentou a mais elevada variação na composição de grupo (0,14%). Segundo o IBGE, a alta de 1,28% dos combustíveis teve forte influência na elevação dos preços do litro do etanol que subiu 3,1% - pressionando o grupo - enquanto o litro da gasolina aumentou 0,84%.

Mesmo assim, o grupo Transportes - apesar da variação mais elevada - apresentou forte desaceleração na taxa de crescimento de preços de dezembro para janeiro, ao passar de 1,11% para 0,77%. Isto se deve, principalmente, às passagens aéreas, que foram de 26,29% em dezembro para uma deflação (inflação negativa) de 7,36% em janeiro.

Alimentação e bebidas têm forte aceleração

Os grupos Alimentação e Bebidas e Habitação também acusaram forte aceleração entre dezembro de 2016 e janeiro de 2017 e contribuíram para que o IPCA fosse de 0,3% para 0,38% de um mês para o outro. No caso de Alimentação e Bebidas, a taxa passou de 0,08% para 0,35%, e o de Habitação saiu de uma deflação de 0,59% para uma inflação de 0,17%.

No grupo Habitação, a queda nas contas de energia elétrica foi menos intensa. Em dezembro, as contas ficaram 3,7% mais baratas, o principal impacto para baixo. Isto devido ao fim da cobrança do adicional de R$ 1,50 da bandeira amarela. Já em janeiro, a queda foi de 0,6% e se deve à redução do Programa de Integração Social/Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social (PIS/Cofins) na maioria das regiões analisadas.

A pesquisa do IBGE indica que apenas os grupos Artigos de Residência, com deflação de 0,1%, e de vestuário (-0,36%) apresentaram quedas de preços entre dezembro e janeiro.

Os números por regiões

Entre as 13 regiões pesquisadas pelo IBGE, sete apresentaram taxas acima da média nacional do IPCA de 0,38% verificada em janeiro.

O principal destaque foi Brasília, cujo índice caiu de 1,2% para 0,72%, de dezembro para janeiro, mas foi a mais alta taxa do país, com um resultado que chegou a ser 0,34 ponto percentual superior à média do IPCA do mês. Em seguida, aparecem Vitória, com IPCA de 0,69%, e Salvador (0,67%). No Rio de Janeiro, a taxa variou 0,4%.

Entre as seis regiões que fecharam com taxas menores do que a média nacional, o destaque principal ficou com a região metropolitana de Porto Alegre, a menor do país: 0,18%. Em São Paulo, a taxa variou 0,23%.

O IPCA é a inflação oficial do país e serve de parâmetro para o plano de metas do governo federal, cujas bandas fixadas pelo Banco Central variam entre 3,5 e 6,5%. Calculado pelo IBGE desde 1980, o índice abrange famílias com rendimento de 1 a 40 salários mínimos e envolve dez regiões metropolitanas do país, além de Goiânia, Campo Grande e de Brasília.

Inflação em baixa

Na avaliação da coordenadora de Índices de Preços do IBGE, Eulina Nunes dos Santos, o recuo da demanda em razão das altas taxas de desemprego e da dificuldade de crédito é fundamental para que as taxas de inflação se mantenham em níveis relativamente baixos, se comparados ao ano de 2015.

Para ela, a conjuntura não mudou e o perfil do comportamento dos preços neste início de ano se manteve semelhante aos de 2016, em particular, a partir da segunda metade do ano.

“O perfil dos últimos meses do ano passado e deste início do ano, com desemprego em alta, dificuldade de crédito e elevadas taxas de juros, tem feito os preços recuarem e, em alguns casos, levando até mesmo à redução da margem de lucro em razão do comportamento do dólar”, disse.

Para Eulina, “o recuo da demanda tem sido fundamental para que a gente esteja tendo hoje taxas de inflação bem mais baixas do que há alguns anos. A conjuntura não mudou: há um esboço de recuperação em alguns setores da indústria, mas não há resposta em termos de venda e o contexto ainda é de pouca grana”, afirmou.

A coordenadora entende que os perfis dos dois índices (dezembro e janeiro) são mais ou menos parecidos, com os preços sendo influenciados pela demanda.

Quanto ao resultado de alta de janeiro (0,38% contra 0,3% de dezembro do ano passado) ele foi influenciado pela diferença exercida pela pressão das passagens dos ônibus urbanos, uma vez que os transportes são responsáveis por uma parcela significativa das despesas das famílias e janeiro concentra reajustes em algumas regiões do país. Soma-se a isso os alimentos, cujos preços pesam mais e têm maior impacto nas despesas das famílias - e alguns itens aumentaram bastante, argumenta.

A técnica do IBGE avalia que, em fevereiro, o IPCA ainda sofrerá o impacto pontual dos reajustes das mensalidades escolares “que também pesam muito e causam impacto no orçamento das famílias. Haverá ainda resquícios dos reajustes das tarifas de ônibus que ainda vão aparecer em menor escala no índice do próximo mês”, finaliza.

quarta-feira, 8 de fevereiro de 2017

Parabéns

 
Quem comemorou idade nova foi a nossa colaboradora Kelly Daiane, ela que é assistente administrativa da CDL Santa Cruz do Capibaribe e recebeu os parabéns de todos os colaboradores da entidade, em uma festividade na tarde de ontem (07). À Kelly, todos nós que fazemos a CDL desejamos votos de muita saúde, paz e harmonia, por todos os cantos onde ela estiver. Parabéns!

Projeto “Bichos da Caatinga” é destaque no Jornal Nacional

Gostar da natureza e transformar esse gostar em projeto de vida é um dos desafios enfrentado pelo grupo de amigos Pablo Ricardo, Gustavo Bezerra, Fábio Lopes, Professor Arnaldo Viturino e Bruno Bezerra, este último, coordenador do Projeto “Bichos da Caatinga”, que tem como inspirar as pessoas a cuidar da natureza através do único bioma exclusivamente brasileiro: a Caatinga.

O projeto já existe há um bom tempo e tem surtido efeitos muito positivos. A Fanpage do projeto registra imagens muito bonitas de animais da Caatinga, que mesmo em meio a seca, resistem em seu habitat natural.


De acordo com Bruno Bezerra, coordenador do Projeto, o trabalho é uma mistura de satisfação, cuidado e desafio em preservação do meio ambiente. “A luta da sobrevivência desses animais é algo que tem tocado a gente. A imagem do puma com o focinho sujo de lama retrata muito bem isso, retrata a dureza que é sobreviver nesse bioma. Estamos acostumados com um, dois anos sem água, mas estamos indo para o sexto ano consecutivo de seca”, afirmou Bruno Bezerra, em reportagem do Jornal Nacional.

Para assistir a matéria do Jornal Nacional, clique aqui!

Faça seu certificado digital na CDL