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sexta-feira, 22 de setembro de 2017

22 de setembro: Dia do Contador

A CDL Santa Cruz do Capibaribe parabeniza a todos os profissionais da contabilidade que atuam no mercado da Capital das Confecções. Esses profissionais que auxiliam na tomada de decisão de todos os empresários.


quinta-feira, 21 de setembro de 2017

Curso de Líder Coach chega a Santa Cruz do Capibaribe


Sebrae apresenta projeto de empreendedorismo nas escolas

Fonte: Agência SEBRAE

A inovação nas práticas educacionais como vetor para o começo de uma nova era na educação brasileira ganha amplo espaço de discussão dentro do Congresso Internacional de Tecnologia na Educação, que chega à 15ª edição sob o tema “Educação e Tecnologia em Tempos de Mudança”. Para dar sua colaboração ao tema, o Sebrae em Pernambuco monta estande para apresentar seu projeto de Educação Empreendedora. O evento acontece entre os dias 20 e 22 de setembro, no Centro de Convenções, em Olinda.

O Programa Nacional de Educação Empreendedora do Sebrae é voltado para gestores de escolas e professores. Um dos propósitos do projeto é capacitar esses profissionais para identificar empreendedores em potencial e formá-los, incluindo o ensino na grade curricular das escolas. Dessa forma, a parceria é fechada entre a instituição e escolas públicas, com prefeituras e o Governo do Estado, e privadas, por meio de contratação. Mais de 25 municípios pernambucanos já receberam essa capacitação, que já formou 612 professores e alcançou 5.255 estudantes, agora empreendedores em potencial.

“Nós estamos levando o projeto de Educação Empreendedora para o congresso para incentivar os professores e gestores de escolas públicas e privadas do estado a comprarem a ideia, e inserirem o empreendedorismo na grade curricular. Queremos que o estudante aprenda a empreender desde pequeno e leve isso até à universidade e sua atuação profissional no mercado”, explica Lívia Santos, analista do Sebrae, sobre a participação do Sebrae no congresso. O perfil do público do congresso é de gestores e professores e, mais de três mil deles, de todo o país, devem circular pelo Centro de Convenções e conhecer o projeto de Educação Empreendedora.

"A educação brasileira ainda possui fortes marcas de atraso associadas às estruturas do século passado. É preciso pensar e discutir a educação que queremos daqui para frente e os caminhos que devemos trilhar para isso. Maduro e consolidado, em sua 15ª edição, o Congresso contempla diversas atividades que motivam esse urgente processo de mudança", pontua Josias Albuquerque, presidente do Sistema Fecomércio/Sesc/Senac-PE, responsáveis pela realização do congresso.

Programa Nacional de Educação Empreendedora do Sebrae

A proposta do Programa está conectada com a missão do Sebrae que é a de “Promover a competitividade e o desenvolvimento sustentável dos pequenos negócios e fomentar o empreendedorismo para fortalecer a Economia Nacional”. Assim, o projeto vem estreitar as relações com instituições de ensino formal, tanto no campo da expansão da oferta de educação empreendedora no ensino fundamental, médio e superior e técnico, como para a aplicação de soluções educacionais que abordam temas afins ao campo de atuação do SEBRAE.

terça-feira, 19 de setembro de 2017


CNI propõe simplificação do acesso a recursos do FGTS para saneamento

Fonte: Agência Brasil

A Confederação Nacional da Indústria (CNI) quer a redução do prazo de liberação de recursos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) para investimento em projetos de saneamento. Estudo divulgado hoje (19) lista uma série de medidas para reduzir o tempo da liberação.

De acordo com o documento, o tempo médio para as empresas públicas acessarem os recurso é de 27 meses atualmente. Segundo a CNI, a “mera unificação de procedimentos” possibilitaria a redução do tempo médio de repasse para 18 meses, como ocorre com as companhias privadas.

Segundo a confederação, o prazo superior a dois anos entre a apresentação do projeto e o início das obras pode, por exemplo, tornar o projeto obsoleto.

“O prazo de 27 meses é um grande empecilho para o andamento adequado dos projetos e contribui para que ocorram paralisações de obras em projetos de construção”, destaca o estudo.

A CNI lembra que a meta do Plano Nacional de Saneamento Básico (Plansab) é que os serviços sejam universalizados até 2033. No entanto, se mantido o atual ritmo de investimentos, o país só terá cobertura completa de água e esgoto duas décadas depois do previsto, em 2053, aponta a CNI.

A média de investimentos no setor entre 2009 e 2014 foi de R$ 9,3 bilhões, valor consideravelmente inferior à previsão do Plansab, que estabelecia a cifra de R$ 26,8 bilhões só para 2014.

Para universalizar os serviços até 2033 seria preciso elevar a média de investimentos para R$ 15,2 bilhões anuais, acrescentou a entidade.

Entre as sugestões da CNI, estão a criação de um calendário fixo para abertura dos editais, o que daria previsibilidade ao processo, e de um sistema único de apresentação dos documentos voltados para o acesso a recursos do FGTS.

“Tais alterações já seriam um passo importante no sentido de possibilitar que haja um maior planejamento para a apresentação de projetos atualizados e com qualidade além de evitar a desnecessária apresentação duplicada de documentos”, diz a CNI.

A confederação lembra que,segundo o último relatório de gestão do FI-FGTS, emitido em julho de 2016, em dezembro de 2015 o fundo destinou a maior parte dos recursos reservados para infraestrutura a empresas que atuam nos setores de energia (R$ 10,7 bilhões), rodovias (R$ 3,2 bilhões), portos (R$ 2,4 bilhões) e ferrovias (R$ 1,9 bilhão).

O montante para investimentos em saneamento foi de R$ 1,8 bilhão, sendo considerados para o cálculo apenas os projetos em carteira.

Propostas

• Unificar o processo para entes públicos e privados

• Unificar os documentos apresentados e exigidos com uma só descrição para evitar interpretações diversas.

• Estabelecer um calendário anual com a previsão da abertura dos processos seletivos.

• Aperfeiçoar a regulamentação de procedimentos para utilizar os saldos residuais dos contratos para aporte ao valor financiado em outros empreendimentos.

• Atualizar e reduzir a excessiva carga de documentos solicitados pelo Agente Operador/Financeiro,

• Elaborar tabela de referência sucinta

• Apresentar as estimativas do projeto conceitual para cada intervenção e seus respectivos custos orçados de maneira sintética, a partir da tabela referencial do setor de saneamento, contemplando, ainda, custos para adequação e recuperação de estruturas existentes, estudos, projetos, gerenciamento, automação e combate de perdas etc.

• Considerar que, durante as liberações de desembolsos, serão apresentados os projetos detalhados referentes ao que foi apresentado no pedido de desembolso.

• Permitir que os pagamentos referentes ao investimento sejam realizados em qualquer conta antes da contratação.

• Aumentar o percentual de financiamento para a elaboração de projetos e gerenciamento de obras de acordo com sua complexidade e habilitar o financiamento das desapropriações.

• Revisar os procedimentos de forma a desburocratizar o processo de tomada e desembolso de recursos e a pacificação do entendimento sobre o nível de detalhamento da análise feita pelos órgãos controladores e financiadores.

• Permitir que haja uma linha de contingência de até 30% em relação aos investimentos previstos, bem como permitir a correção dos investimentos previstos pela inflação (Índice Nacional de Custo da Construção - INCC).

• Digitalizar a entrega de documentos em um sistema único, de modo a evitar o grande volume de papéis e a necessidade de entregar os mesmos documentos posteriormente em uma agência da Caixa;

• Unificar a opção de financiamento, contemplando diversos municípios, e elaborar um descritivo sucinto das obras e valor estimativo, definindo Sistema de Abastecimento de Água (SAA), Sistema de Esgotamento Sanitário (SES) e outros. Após as licitações/contratações das obras pelo Agente Promotor, a Caixa analisaria os projetos, orçamento e demais documentos pertinentes e aprovaria o valor/projeto daquela etapa licitada. 

segunda-feira, 18 de setembro de 2017



Diretores da CDL de Santa Cruz do Capibaribe realizam visitas técnicas e alinham ações em parceria com ABIT e com CDL de Bom Retiro

As visitas técnicas são ótimas estratégias empreendedoras, afinal, é possível identificar cases de sucesso em empresas e implementar em outra. Com esse intuito, o presidente da CDL, Valdir Oliveira, acompanhado do Vice-Presidente, Fábio Lopes e do Diretor de Desenvolvimento e Empreendedorismo, Bruno Bezerra, estiveram na semana passada realizando uma visita técnica na CDL de Bom Retiro, em São Paulo, a fim de entender o sucesso daquela entidade do movimento lojista. A comitiva foi recebida pelo presidente da CDL de Bom Retiro, Nelson Tranquez.


 “Nós decidimos fazer essa visita técnica à CDL do Bom Retiro em São Paulo, por ela ser uma instituição muito focada nos negócios gerados em função da moda. Tivemos uma calorosa recepção do presidente Nelson Tranquez com uma excelente troca de experiências. Aproveitamos o momento para já alinhar possíveis ações entre as duas CDLs”, disse Bruno.

Visita Técnica - ABIT


A visita técnica da CDL Santa Cruz do Capibaribe-PE à Associação Brasileira da Indústria Têxtil e de Confecção (Abit) em São Paulo, fundada em 1957, e de acordo com Bruno Bezerra, é uma das mais importantes entidades dentre os setores econômicos do País. “Ela representa a força produtiva de 33 mil empresas instaladas por todo o território nacional. Nosso objetivo é unir e alinhar esforços no sentido de fortalecer o ambiente de negócios de Santa Cruz do Capibaribe”, finalizou Bruno Bezerra.

sexta-feira, 15 de setembro de 2017

Para 40% dos consumidores, vida financeira está ruim, mostra indicador do SPC Brasil e CNDL

Fonte: Ascom CNDL e SPC Brasil

Pelo segundo mês consecutivo, a confiança do consumidor voltou a crescer e atingiu 42,3 pontos em agosto, ante os 41,4 pontos em julho. Os dados do Indicador de Confiança do Consumidor (ICC) do Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) mostram que o consumidor brasileiro segue cauteloso: 40% avaliam, no momento atual, sua vida financeira como ruim e apenas 12% como boa – já para a avaliação da economia, o percentual dos que acreditam estar ruim sobe para 79% e o de otimistas apenas 3%.
“Em geral, os consumidores tendem a ser mais otimistas ao tratar da própria vida financeira do que ao tratar da economia do país. Porém, nem sempre o otimismo possui justificativas sólidas”, afirma o presidente da CNDL, Honório Pinheiro. “A consolidação da melhora da percepção do momento atual e da confiança dependerá, essencialmente, da continuidade da retomada econômica no segundo semestre. Diversos indicadores econômicos já apontam alguma melhora, como é o caso da inflação, dos juros e mesmo da atividade econômica. Isso  ainda não se reflete, todavia, no dia-a-dia do consumidor”, avalia.
Os dados do Subindicador de Condições Atuais, que registrou 30,1 pontos em agosto ante 30,2 pontos em julho, mostra que entre aqueles que avaliam o clima econômico como ruim, os principais sintomas são o desemprego elevado (49%), o aumento dos preços (25%) e as altas taxas de juros (8%).
Já quando se trata de responder sobre a própria vida financeira, o orçamento apertado e a dificuldade de pagar as contas são as principais razões para considerar a vida financeira ruim, apontadas por 36% desses consumidores. Os entrevistados mencionam também o desemprego (32%), a queda da renda familiar (17%), a perda de controle financeiro (5%) e imprevistos (4%).
Apenas 21% dos consumidores estão otimistas com o futuro da economia
A sondagem também procurou saber o que os brasileiros esperam do futuro da economia do Brasil e da sua própria vida financeira – o Subindicador de Expectativas, que registrou 54,5 pontos em agosto ante 52,7 pontos em julho. Acima dos 50 pontos, o resultado indica que a maior parte dos consumidores têm uma percepção positiva sobre o futuro de sua vida financeira e da economia.
Considerando as expectativas dos consumidores para a economia, apenas 21% disseram estar otimistas com os próximos seis meses, ao passo que 34% disseram estar pessimistas. De acordo com o indicador, 28% dos pessimistas com a economia não têm boas expectativas por acreditar que a corrupção atrapalha o desempenho do país. Outra razão citada é o alto nível de desemprego que ainda se nota (20%). Também se menciona a discordância com a atual política econômica (17%); o fato de as instituições e leis não favorecerem o desenvolvimento do país (13%) e a alta dos preços (10%).
No caso das expectativas para a vida financeira, 60% manifestaram boas expectativas para a vida financeira e 10% manifestam expectativas ruins ou muito ruins. Apesar disso, a maior parte dos consumidores otimistas não sabe ao certo justificar as razões do otimismo (37%). Há, no entanto, 27% que respaldam sua posição na perspectiva de conseguir um novo emprego ou promoção; 11% que acreditam que a economia irá melhorar, 8% que dizem estar investindo na profissão e 8% afirmam ter feito uma boa gestão das finanças.
75% notaram aumento na tarifa dos combustíveis entre julho e agosto
Para quase metade dos consumidores (52%), o que mais tem pesado na vida financeira familiar é o custo de vida. Também pesa sobre o orçamento das famílias o desemprego, citado por 17%, e o endividamento, mencionado por 13%. Além desses, 11% citam a queda dos rendimentos mensais e somente 4% dizem que nada está pesando sobre a vida financeira familiar.
Se o custo de vida incomoda, é nos supermercados que os consumidores mais percebem o aumento dos preços: 75% notaram que os preços aumentaram nesses locais em agosto, em comparação ao mês anterior. Para 75%, também aumentaram as tarifas de combustíveis (em julho o percentual era de 41%). Ainda houve a percepção de aumento dos preços de roupas e calçados (50%), bares e restaurantes (47%) e telefone fixo/celular (46%).

Igreja Católica realiza palestra com empresários de Santa Cruz do Capibaribe

No advento das mudanças causadas pela pós-modernidade e diante da crise de paradigma que a sociedade atual está passando é preciso voltar as nossas raízes para reorganizar o interior do indivíduo e ajudar a tecer uma nova conjuntura sócio-político-econômica para os tempos vindouros.

Com esse intuito, a Igreja Católica de Santa Cruz do Capibaribe, através do Padre Kennedy Amorim, proporcionou um momento grandioso para empresários da cidade. A proposta foi de celebramos os 300 anos da aparição da imagem de Nossa Senhora da Conceição Aparecida, Padroeira do Brasil, e o centenário da aparição de Nossa Senhora de Fátima aos pastorinhos olhar o cenário do mundo atual a partir da jovem mulher de Nazaré que não hesitou em dar o sim ao projeto do Criador, que traria aos corações das pessoas: a Esperança.

O evento aconteceu no auditório I da CDL de Santa Cruz do Capibaribe, nesta quinta (14). Com o tema “Maria sai apressadamente. A Mulher do serviço”. A palestra será com o professor e mestre Pe. Fábio e abriu a discussão sobre a vocação e espiritualidade dos que labutam no mundo empresarial da Capital das Confecções.



quarta-feira, 13 de setembro de 2017

SENAI de Santa Cruz do Capibaribe realiza mais um Mundo SENAI com Olimpíadas do Conhecimento

Foto: Driko Correia
Sabe aquela oportunidade que você tanto espera para buscar informações sobre qual carreira seguir? O Mundo SENAI é um desses eventos promovidos pela instituição, onde oferece oportunidades de carreiras na indústria. O SENAI de Santa Cruz do Capibaribe, está realizando o evento durante toda esta semana e possibilita ao visitante uma série de palestras, workshops, minicursos, orientação profissional, visitas a laboratórios que simulam o dia a dia da indústria, e muito mais.

Descubra a atuação do SENAI nas áreas de educação profissional, inovação, e serviços técnicos e tecnológicos. A unidade do SENAI da Capital da Moda está realizando ainda a etapa estadual das olimpíadas do conhecimento, onde a mesma sedia as provas da modalidade Tecnologia da Moda. São três competidoras, duas representantes de Santa Cruz do Capibaribe e uma de Paulista. Ao final da semana serão duas finalistas que serão apresentadas na próxima sexta-feira (15).  As finalistas treinam até dezembro onde haverá uma nova prova, para definir qual a representante de Pernambuco na etapa nacional.

E aí, se interessou pelo evento? Convida seus amigos, pede aos seus professores e faça uma visita no SENAI de Santa Cruz do Capibaribe. Vale a pena! E o melhor, você não paga nada por isso. Mais informações (81) 3705-1767.


Foto: Driko Correia

Foto: Driko Correia

Foto: Driko Correia

Foto: Driko Correia

Foto: Driko Correia

terça-feira, 12 de setembro de 2017

Lançamento do Tex Index Brasil acontecerá nesta quarta-feira (13)


39% dos usuários de cartão de crédito aumentaram valor da fatura no mês de julho, aponta indicador da CNDL e SPC Brasil

Fonte: Ascom CNDL e SPC Brasil



Em cada dez usuários de cartão de crédito no Brasil, quatro (39%) aumentaram o valor da fatura no último mês de julho, segundo dados apurados pelo Indicador de Uso do Crédito da CNDL (Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas) e do SPC Brasil (Serviço de Proteção ao Crédito). Para 33% dos consumidores ouvidos, a fatura se manteve estável na comparação com o mês anterior à pesquisa, enquanto 24% conseguiram diminuir o valor cobrado. Segundo a sondagem, o valor médio das faturas em julho foi de R$ 883.

O levantamento revela que o brasileiro está utilizando o chamado ‘dinheiro de plástico’ para fazer, principalmente, compras básicas e de primeira necessidade. Produtos de supermercados (62%), remédios e itens de farmácia (49%) e combustível (30%) encabeçam a lista dos produtos mais adquiridos via cartão. Outras compras também realizadas recentemente no crédito foram a aquisição de roupas, calçados e acessórios (29%), idas a bares e restaurantes (28%) e recargas para celular pré-pago (20%).

“Os dados sugerem que o brasileiro está recorrendo ao crédito para compras do dia a dia, inclusive mantimentos. A orientação é que, independentemente do tipo de aquisição ou dos valores, o cartão pode ser um aliado do orçamento e, não necessariamente, um vilão. Tudo depende da maturidade e do grau de organização do seu usuário. Se ele não pagar a fatura integral e acabar optando pelo rotativo ou parcelamento, vai arcar com uma taxa de juros que pode chegar até a 500%, em média”, alerta a economista-chefe do SPC Brasil, Marcela Kawauti.

42% usaram alguma modalidade de crédito, mas 61% dos que tentaram fazer compra parcelada tiveram o pedido negado

Dados apurados pelo SPC Brasil e pela CNDL revelam que 42% dos consumidores brasileiros recorreram a alguma modalidade crédito no último mês de julho, sendo que a mais utilizada é o cartão de crédito, mencionado por 37% das pessoas consultadas. Em segundo lugar aparecem o cartão de loja e o crediário com 13% de menções. Completam o ranking o limite do cheque especial (6%), empréstimos (4%) e financiamentos (4%). O percentual de brasileiros que não recorreram às compras a prazo ou empréstimos de recursos financeiros no último mês de julho somam 58% da amostra.

De forma geral, o Indicador de Uso do Crédito registrou 27,4 pontos em julho. O resultado ficou próximo da média dos seis meses anteriores, situada em 27,2 pontos. O indicador varia de zero a 100 pontos e busca medir o uso das principais modalidades de crédito pelos consumidores brasileiros. Quanto mais próximo de 100, maior o número de usuários e de frequência no uso das modalidades.

Em julho, entre os consumidores que tentaram obter crédito em loja, 61% tiveram o pedido negado, sendo que a razão principal foi a inadimplência (9%). Outras alegações foram a renda insuficiente (3%) e a falta de comprovação de renda (3%). “O consumidor deve encarar a negação do crédito como um indicativo de que é preciso rever suas atitudes com relação ao dinheiro, buscando equilibrar seus gastos e seus ganhos”, afirma a economista Marcela Kawauti.

Quando questionados sobre a dificuldade de contratar empréstimos e financiamentos, a maior parte (40%) opina que é difícil ou muito difícil, enquanto apenas 18% avaliam como fácil ou muito fácil. Outro 21% assumem uma opinião neutra a respeito do grau de dificuldade na obtenção de recursos de terceiros.

Outro dado de destaque é que entre os consumidores com empréstimos e financiamentos, 34% admitiram atrasos ao longo do contrato e 19% disseram estar no atual momento com parcelas pendentes de pagamento, o que totaliza 53% desses consumidores com dificuldades para honrar os compromissos. “A situação pode ter sido agravada pela crise, mas sofre influência também da falta de planejamento do orçamento pessoal. Organizar as finanças de forma que seja possível a formação de uma reserva para lidar com os imprevistos e emergências é essencial para que haja tranquilidade”, orienta o educador financeiro do portal ‘Meu Bolso Feliz’, José Vignoli. 

42% dos brasileiros estão no ‘zero a zero’ e 56% vão tentar conter gastos em setembro, segundo indicador de propensão ao consumo

Sobre o estado das finanças, a maior parte dos consumidores (42%) disse estar no zero a zero. Ou seja, sem falta de recursos, mas também sem sobras. “Embora a situação desses consumidores não seja tão dramática quanto a daqueles que estão no vermelho, a situação não é confortável, devido ao risco de que lhes ocorra algum imprevisto” afirma Vignoli. O percentual de consumidores que disseram estar no vermelho, isto é, sem conseguir pagar todas as contas, é de 36%. Apenas 17% se encontram no azul.

Como reflexo das dificuldades financeiras, o levantamento que aferiu a propensão do brasileiro ao consumo apurou que 56% dos consumidores pretendem cortar gastos no mês de setembro contra apenas 5% que pensam em realizar mais compras. Os que pretendem manter o mesmo patamar de gastos somam 34% dos consumidores. Os efeitos da crise se destacam entre as justificativas para os que irão diminuir o consumo: 21% disseram que reduzirão as despesas por conta dos altos preços, 14% por estarem desempregados e 10% porque tiveram redução de renda. Além desses, 16% mencionam o endividamento, 8% citam a intenção de fazer uma reserva financeira e 5% o descontrole sobre o próprio orçamento.

Sem considerar as compras de supermercados, os produtos que os consumidores mais pretendem adquirir neste mês de setembro são roupas, caçados e acessórios (21%), seguidos dos remédios (20%). Outros itens também citados são recarga para celular pré-pago (16%), perfumes e cosméticos (11%), artigos de cama, mesa e banho (6%), materiais de construção (6%), eletrodomésticos (6%) e salão de beleza (65). Bens de maior valor aparecem somente no final da lista, como celulares (3%), carro (3%) e casa própria (2%).


terça-feira, 5 de setembro de 2017

CDL parabeniza os sócios aniversariantes do mês de setembro


CDL Santa Cruz do Capibaribe será fechada no feriado de 7 de setembro



SENAI pode ser o trunfo do Brasil na Revolução 4.0?

Fonte: Portal Exame

Com 2,6 milhões de alunos no Brasil, o SENAI é a instituição de formação de mão-de-obra que mais presta serviço para indústria brasileira e atende 20 mil empresas por ano. “O SENAI surpreende muita gente”, disse Rafael Luchesi, diretor de Educação e Tecnologia da CNI e diretor geral do SENAI, durante o EXAME Fórum, nesta tarde em São Paulo.

A instituição se arvora como um dos grandes trunfos possíveis do Brasil diante da Revolução 4.0. em duas dimensões: fomento à produtividade por meio da digitalização e formação de mão de obra.

E há muito a ser feito, ele mesmo confessa já que pesquisa da CNI com indústrias brasileiras mostra que apesar de 58% de seus CEOs acharem importante a digitalização, apenas 48% têm algum grau de digitalização do processo fabril. ” Mas como isso será padrão de exclusão no futuro, é claro que as organizações terão que se mover mais rapidamente do costumeiramente acontece no Brasil”, diz Lucchesi.

A segunda dimensão é na educação profissional com estudos prospectivos. “Já temos estudos com iniciativas de formação para a indústria 4.0. Capacitações, por exemplo, de cientista de dados, supervisor de robôs já estão no pipeline do SENAI.

Já há na cidade de São Caetano do Sul (SP) uma escola 4.0 com laboratórios tecnológicos e centros de inovação do SENAI são 25 espalhados pelo país. ” Inovação é o principal fator de competividade”, diz seu diretor geral.

Segundo ele, o país não terá alternativa no futuro se não pensar no modelo de educação. De acordo com ele,  um grave problema na matriz da educação brasileira  ” Só 8% dos jovens fazem educação técnica junto com a educação regular”, disse.

A lógica academicista do Brasil é excludente, mas o fomento do ensino técnico, que veio com reforma do Ensino Médio, é uma boa notícia. ” Temos 10 anos para mudar isso”, disse.