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segunda-feira, 15 de janeiro de 2018

Com novas linhas de crédito, Banco do Nordeste quer atrair projetos de energia

Fonte: Agência Brasil

Com as mudanças nas taxas do Fundo Constitucional de Financiamento do Nordeste (FNE), o Banco do Nordeste quer atrair a atenção de empresas de energia, sobretudo as que foram contempladas nos últimos leilões, realizados em dezembro e que contrataram empreendimentos para gerar energia em 4 anos (leilão A-4) e 6 anos (leilão A-6).

Na última quinta-feira (11), o novo presidente do banco, Romildo Rolim, reuniu 120 empresários do ramo em São Paulo para apresentar os novos benefícios ao setor. A limitação para financiamento de empreendimentos do tipo passou de 60% para 80% do valor total do projeto.

“Já existem no banco várias propostas de geração e transmissão de energia. Com as novas taxas e benefícios em vigor a partir desse ano, chamamos esses novos clientes e os vencedores dos leilões de energia para mostrar que empreendimentos instalados no Nordeste podem contar com o banco”, disse o superintendente de Negócios de Atacado e Governo, Helton Chagas.

As taxas de financiamento a partir de recursos do FNE deixaram de ser fixas para ter um componente variável: o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA). Antes da mudança, os juros cobrados de grandes empresas, por exemplo, era de 10,14% ao ano, com um bônus de 15% para empresas adimplentes. Com a inclusão da variação da inflação medida pelo IPCA no novo cálculo, esses juros podem ficar em 5,86% ao ano, considerando um contrato firmado agora em janeiro.

Segundo Chagas, o volume de projetos de geração e transmissão de energia em análise no Banco do Nordeste soma mais de R$ 9 bilhões. Desse total, R$ 2 bilhões já estão aprovados, mas serão contratados a partir deste ano, já de acordo com as novas taxas.

Para 2018, os recursos do FNE deverão superar os R$ 27 bilhões. Desse total, conforme disse o superintendente, metade será destinada a investimentos em infraestrutura. A perspectiva do Banco do Nordeste é utilizar 100% do valor disponível, especialmente em benefício das micro e pequenas empresas. Em 2017, a aplicação do fundo ficou em torno de 60%.

sexta-feira, 12 de janeiro de 2018

Senai Santa Cruz do Capibaribe oferece cursos gratuitos

O Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (SENAI) de Santa Cruz do Capibaribe está oferecendo cursos gratuitos para o inicio do ano de 2018. Os interessados devem se inscrever exclusivamente na escola até o dia 12 de janeiro. 

A grade completa está disponível abaixo ou através dos números 81 9107-4838 / 3705-1767 / 3731-8603

Curso Técnico em Vestuário - 18 meses de Duração
Inicio 01/02/2018
Horário Vespertino (13h as 17h)
Alunos do 2º ou 3º Ano do Ensino Médio em 2018
Idade minima - 16 anos
Inscrições através da Internet, clique AQUI

Curso Técnico em Administração - 12 meses de Duração
Inicio 01/02/2018
Horário Noturno (18h as 22h)
Ensino Médio Completo
Idade minima - 18 anos
Inscrições - SENAI Santa Cruz

Curso de Modelagem Tridimensional (Moulage) - 2 semanas de duração
Inicio 15/01/2018
Horário Vespertino (13h as 17h)
Ensino Fundamental
Idade minima - 16 anos
Inscrições - SENAI Santa Cruz

Outras informações estão disponíveis na unidade do SENAI Santa Cruz.

quinta-feira, 11 de janeiro de 2018

Diretores da Câmara Setorial das Escolas se reúnem e traçam metas para 2018

Com a Câmara Setorial das Escolas da CDL de Santa Cruz do Capibaribe nada termina em Pizza. Na verdade começa com pizza, e termina com muito trabalho e ações que enaltecem o segmento. Foi regada a pizza que tiveram início o período de reunião da Câmara das Escolas, no intuito de planejar ações para o primeiro semestre de 2018. A coordenadora da Câmara, Miriam Souza, convocou a todos os diretores das escolas associadas à Câmara para discutirem em conjunto propostas que visam fortalecer os empresários que trabalham com o segmento de educação no município.

De acordo com a coordenadora da Câmara, Miriam Souza, a reunião foi bastante positiva, uma vez que uni os diretores e gestores das escolas em prol de um objetivo comum. “O nosso objetivo é nos fortalecer enquanto empreendedores da área de educação e assumirmos o compromisso de valorizar a educação no município. Com a nossa valorização, consequentemente, os pais dos nossos alunos poderão ver que a educação do seu filho não é um gasto, mas um investimento, a fim de que o mesmo possa valorizar junto conosco o trabalho das escolas particulares da cidade, pois o nosso trabalho é desenvolvido com foco no crescimento pessoal, educacional do aluno para que no futuro o mesmo possa ser um grande profissional”, explicou.


MBA em Gestão Empresarial - Pertinho de você, na CDL de Santa Cruz do Capibaribe


terça-feira, 9 de janeiro de 2018

Traçando estratégias em prol do fortalecimento do comércio lojista

Com o ano de 2018 começando, as atividades da Câmara de Dirigentes Lojistas – CDL de Santa Cruz do Capibaribe já está a todo vapor, planejando ações para fortalecer ainda mais o comércio da cidade e região. Sob nova direção, com a presidência do empresário Bruno Bezerra, a CDL segue buscando estratégias fomentar o crescimento do comércio lojista.


O presidente, Bruno Bezerra, recebeu na tarde desta terça-feira (09), o diretor presidente da GTCom, Tássio Moreira, para uma reunião preliminar, a fim de traçar desafios no âmbito da comunicação, sob a ótica desses novos desafios que a CDL visa para o movimento lojista local.

'Não pode! Isso é coisa de menina!'

Fonte: Diário de Pernambuco


Natural da cidade de Santa Cruz do Capibaribe, no Agreste pernambucano, Jorge Feitosa, 38 anos, cresceu no maior polo de confecções do estado. Na infância, os brinquedos misturavam-se aos retalhos que caíam no chão, enquanto sua mãe costurava peças que seriam vendidas na Feira da Sulanca. Aos seis anos, as agulhas e linhas passaram a ser uma nova distração. Saquinhos para colocar o carvão que iria na caçamba de seu pequeno caminhão e roupas para as bonecas de sua irmã iam sendo produzidos pela criança, que até então sonhava em levar alegria para as pessoas como palhaço.

Mesmo vivendo numa família e localidade onde a confecção era a principal fonte de renda, Jorge passou pelo “típico” preconceito do menino que costura e que se interessa por roupas diferentes. “Eu escutei muito: ‘não pode! Isso é coisa de menina!’. Eu costurava escondido da minha mãe, pois ela não gostava. Com o passar do tempo, essa proibição foi perdendo o sentido, porque eu mostrava habilidade nessa área. Além disso, eu comecei a atuar profissionalmente na moda com mais de 20 anos. Nessa época, eu já estava casado e independente. Não houve mais pressão ou não dei ouvidos para isso”, relembra.

Antes de se debruçar em sua carreira no mundo fashion, o pernambucano se aventurou numa outra paixão, a de ensinar. Em 1996, cursou o magistério e fez licenciatura plena em história na Faculdade de Formação de Professores de Belo Jardim (Fabeja). Mas foi em 2005 que o universo de Jorge Feitosa se abriu para novas possibilidades, após mudar-se para São Paulo e fazer a qualificação em Vitrinismo no Senai. Desde então, ele não parou mais. Cursou o técnico em vestuário e uma pós-graduação em design de moda, além de tantas outras qualificações que o ajudaram a focar em seu dom de criar.

“Fui para a capital paulista em 2006, a convite de Tony Barros, da marca de moda masculina By Mee. Até então, eu não havia pensado na possibilidade de sair de Santa Cruz, principalmente por conta do meu trabalho. Eu estava me estabelecendo como estilista da Rota do Mar. Mas vi essa proposta como uma possibilidade de experimentar e aprender coisas novas”, conta.

Um ano após se jogar nessa nova estrada, Jorge se viu desempregado e sem perspectiva de conseguir um outro trabalho. Foi numa conversa com João Lourenço Filho que o fashion designer resolveu unir forças com o amigo e eles criaram o selo Homens Trabalhando. Jorge passou a desenvolver peças e expor na feira Como Assim?!, que é realizada aos domingos, no Shopping Center 3, na Avenida Paulista.

“Investimos nisso até 2013. Nos primeiros seis meses, mal vendemos seis produtos. Foi muito difícil. Mas, ao mesmo tempo, tive a ajuda de verdadeiros anjos, que me emprestaram suas máquinas de costura e espaços de trabalho para que eu pudesse produzir o que tentava vender.  Tenho esse primeiro momento como um verdadeiro laboratório. Percebi que gostavam do meu desenho e das formas, mas não gostavam das cores que eu utilizava, achavam tudo muito colorido. Também observei que o meu público não era jovem, como eu havia pensado. O meu produto atraía mais os caras de 40 anos. Aos poucos fui entendendo meu público e adequando o que eu gostava de fazer ao que as pessoas queriam consumir”, revela.

Mesmo sem obter um bom retorno financeiro, o santa-cruzense investiu em seus primeiros equipamentos de trabalho. “A partir daí, tudo começou a fluir. Eu trabalhava em uma empresa de moda feminina durante o dia, fazia um curso à noite e costurava minhas peças na madrugada. Minha meta era ter um modelo novo todo final de semana no nosso estande. Em 2009, passei a me dedicar apenas à nossa produção e em 2010 comecei a usar meu nome como marca. Aprendi durante esse período que experiência não é tempo corrido, é tempo trabalhado”, crava.

Atualmente, Jorge serve de inspiração para estilistas de sua cidade e de várias outras localidades do país. O pernambucano ganhou notoriedade no cenário nacional após participar das edições de 2014, 2015 e 2016 do projeto Senai Brasil Fashion, transmitido no canal fechado Lifetime. Em uma das oportunidades o fashion disigner foi assistente do estilista mineiro Ronaldo Fraga. “Poder estar perto  e aprender com profissionais como Alexandre Herchcovitch, Lino Villaventura e Ronaldo Fraga foi uma oportunidade sem igual”, revela.

No ano passado, Feitosa participou da primeira temporada do programa do GNT, Caixa de costura, onde saiu como vencedor do episódio que tinha as rendas como tema. Em outubro, o pernambucano voltou para sua terra natal para participar do Estilo Moda Pernambuco, que em sua segunda edição mostrou que está se firmando como a semana de moda do Agreste. Na oportunidade, Jorge apresentou na passarela dois desfiles conceituais Sulanca e O Caso da Torre, que fez o público aplaudi-lo de pé.

Com suas modelagens amplas e abstratas, Jorge Feitosa imprime em suas peças traços de ficção científica, o que nos leva a ano-luz na moda. Contudo, as roupas não são apenas para a passarela. Elas podem ir perfeitamente para a rua. “Vejo o que produzo como peças que não necessariamente estão ligadas a uma tendência da estação. Gosto de pensar que são peças atemporais, roupas que não tenham prazo de validade, que possam ser usadas quando e como quiserem. Já em relação à parte técnica, costumo trabalhar com recortes ou estampas, mistura de texturas e mesmo nos acabamentos internos, um toque de cor sempre aparece”, descreve.

Para sua grife, o estilista investe em roupas masculinas e esporadicamente desenvolve roupas femininas sob encomenda. “Minha mãe fazia questão de me vestir de calça social cinza e camisa polo. Isso era uma tortura! Por volta dos dez anos, passei a fazer algumas peças de roupas para mim, aprendi a costurar e copiar moldes com a minha tia Graça Dunda. Acho que querer fazer roupas para mim influenciou de alguma forma o meu gosto pela moda masculina. Agora percebo que a influência da minha mãe, Dona Helena, foi mais forte e saudável que isso. Pois ela sempre trabalhou produzindo peças para esse segmento. E, basicamente, meu trabalho é fundamentado nessa história. Sou louco por moda masculina. Lembro muito bem da minha mãe me colocando ao lado dela e mostrando como ela fazia cada parte de sua produção, desde cortar o tecido, estampar as peças com silk screen, costurar, dar acabamento, até ir para a feira”, detalha.

No próximo dia 20, o fashion designer fará o abre do Fabrico Jorge Feitosa. O nome do espaço refere-se às pequenas fábricas de Santa Cruz. O ateliê ficará localizado na Rua Diamente Preto, 292 D, na capital paulista. Em maio, o pernambucano lançará sua nova coleção. “O tema desse novo projeto está ligado com a questão do uso e do desperdício da matéria-prima consumida pelas indústrias do setor de moda e vestuário”, finaliza.

Fast fashion // Jorge Feitosa

Moda para você é? 
Uma possibilidade de mudança, de sair da inércia.

Um lugar? 
O backstage de um desfile de moda.

Um livro? 
O que pretendo escrever.

Um filme? 
A viagem (Cloud Atlas).

Um ícone da moda? 
Ronaldo Fraga.

Família? 
É quem cuida da gente e também deixa ser cuidado.

Um sonho? 
Viajar para o Japão.

Uma frase? 
Caso hoje não consiga chegar ao topo, caminhe até a borda.

sexta-feira, 5 de janeiro de 2018

Mudanças no Simples vão impactar pequenos negócios

Fonte: Agência SEBRAE PE

Uma das principais mudanças está no limite de receita bruta anual do microempreendedor individual (MEI), que passará de R$ 60 mil para R$ 81 mil. Mês a mês, representa um aumento de R$ 5 mil para R$ 6,75 mil reais. “A última alteração que houve no faturamento do MEI foi em 2012 e esse aumento permitirá que os MEIs tenham uma receita bruta maior”, explica o presidente do Sebrae, Guilherme Afif Domingos. As vantagens de ser MEI incluem ter CNPJ, poder emitir nota fiscal, ter máquina de cartão de crédito e cobertura previdenciária.

As mudanças previstas pelo Crescer Sem Medo (Lei Complementar nº 155/2016) não param por aí. O empresário de pequeno negócio deverá ficar atento às alterações no Simples Nacional que passam a valer a partir de janeiro de 2018: o novo limite de receita bruta que vai de R$ 3,6 milhões para R$ 4,8 milhões, a tributação progressiva que permite um aumento gradual da carga tributária e o fator emprego, que permite uma redução dos impostos para quem emprega mais. “São mudanças que representam verdadeiros avanços para os empresários, estimulam o crescimento, tornam o regime tributário mais justo e facilitam uma transição suave”, explica Afif.

Outros pontos também ganham destaque como os custos tributários para os profissionais que trabalham em parceria com os donos de salão de beleza. “Antes o salão pagava os impostos sobre todo valor que ele recebia e do profissional parceiro. A partir desse ano o dono do salão vai poder separar da receita o que é dele e o que foi passado a título de comissão para os profissionais parceiros e cada um vai pagar imposto sobre a parte que cabe. Isso vai ocasionar uma redução da carga tributária”, esclarece o presidente do Sebrae.

Para deixar o empresário bem informado sobre todos os pontos das mudanças do Crescer Sem Medo, o Sebrae disponibilizou uma página exclusiva em seu portal com um guia completo das principais questões que passarão a valer a partir de 2018. Acesse e confira: http://www.sebrae.com.br/sites/PortalSebrae/sebraeaz/o-que-voce-precisa-saber-sobre-as-mudancas-na-lei-geral,bf3f040a2c620610VgnVCM1000004c00210aRCRD

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quinta-feira, 4 de janeiro de 2018

Pesquisa mostra que 48% dos consumidores pretendem reduzir gastos em 2018

Fonte: Agência Brasil

Levantamento feito em 12 capitais pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) mostra que 48% dos consumidores consultados pretendem reduzir os gastos neste começo de ano. O principal motivo é o nível elevado de preços, justificado por 24% dos entrevistados.

Outra razão apontada foi o desemprego (18%) e o mesmo percentual argumentou ter apenas interesse em economizar. Para 16%, essa é uma maneira de enfrentar o endividamento e a situação financeira difícil.

Na lista de compras para janeiro destacam-se, além dos produtos essenciais de consumo, roupas, calçados e acessórios (27%), remédios (17%), recarga para celular (13%), perfumes e cosméticos (10%) e móveis (8%), entre outros.

O levantamento foi feito em São Paulo, Brasília, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Porto Alegre, Curitiba, Recife, Salvador, Fortaleza, Belém, Goiânia e Manaus na primeira quinzena de dezembro último, com base em 800 casos usados para compor o Indicador de Propensão ao Consumo, calculado pelo Serviço de Proteção ao Crédito.

A pesquisa mostra que quatro em cada dez consumidores estavam com as contas em atraso no fim de 2017, o que equivale a 38% dos casos analisados e 45% declararam que estão no limite dos ganhos.

Poucos têm sobra no orçamento

Só 13% conseguiram chegar ao final do ano passado com sobra no orçamento. Entre os que fizeram empréstimos ou financiamentos, 22% estavam inadimplentes. A pesquisa mostrou ainda que 47% usaram mais o cartão de crédito em novembro, tendo um gasto médio de R$ 1.035. Ao mesmo tempo, 30% não alteraram os gastos e 19% disseram que reduziram o valor do consumo.

O estudo detectou que os gastos feitos com o cartão de crédíto em sua maioria (66%) foram para adquirir itens essenciais em supermercados como, por exemplo, alimentos; 51% para remédios; 36% combustíveis; 33% com bares e restaurantes; 31% recarga de celular e 15% com gastos diversos.

A economista-chefe do SPC Brasil, Marcela Kawauti, fez um alerta aos que usaram o 13º salário para colocar as contas em dia. “Uma vez restaurado o equilíbrio do orçamento, o consumidor precisa manter o controle dos gastos, estabelecendo prioridades e fazendo ajustes quando necessário”, disse.

quinta-feira, 28 de dezembro de 2017


Mudanças no Simples Nacional garantem sobrevivência dos negócios

Fonte: Fenacon

As mudanças no Simples Nacional, principalmente o aumento do limite de faturamento para poder optar pelo regime, têm garantido a sobrevivência das empresas de menor porte no Brasil.

Estudo realizado pela BigData Corp, obtido com exclusividade pelo DCI, revela que entre 12,72 milhões de negócios ativos cadastrados no Simples Nacional, 24,34% estão em operação de cinco a dez anos. Outros 11,94% atuam de dois a três anos, mais 10,8%, de três a quatro anos, e 9,60% estão na ativa de quatro a cinco anos.

Ou seja, esses negócios continuaram a operar mesmo na recente recessão econômica, considerada a pior da história brasileira, com redução do consumo e escassez de crédito tanto público, quanto privado.

“O Simples Nacional foi uma grande aposta já que, como o próprio nome diz, simplifica a obrigação tributária. O empresário busca o melhor regime para reduzir a quantidade impostos a ser pagos. Ao aumentar o limite do faturamento [nos últimos anos], houve uma migração para esse regime [favorecendo a consolidação desses negócios]”, aponta Thoran Rodrigues, fundador e ceo da BigData Corp .

O empresário pode optar por três regimes tributários no Brasil (Simples, Lucro Presumido ou Lucro Real) a depender das características do negócio. No caso do sistema simplificado, este pode ser escolhido pelas companhias cujo faturamento anual for de até R$ 3,6 milhões. E no ano que vem, esse limite deve subir para R$ 4,8 milhões, beneficiando ainda mais companhias.

Assim como a sobrevivência, com a vigência do programa Bem Mais Simples, a abertura de empresas ficou mais fácil e ágil. “Em cinco a dez minutos, é possível abrir um negócio”, comenta Rodrigues, ao mencionar que essa iniciativa tem como objetivo a formalização dos profissionais autônomos.

Dados recentes do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) revelam que, com a crise econômica, a informalidade cresceu no País. Em outubro, quase 100% das vagas geradas (868 mil) eram informais (780 mil). E, em comparação com o trimestre encerrado em outubro do ano passado, trabalhadores por conta própria aumentaram em 1,208 milhão, o que capta também os informais.

Apesar desse cenário ter sido gerado pela recessão – desemprego forçou os brasileiros a procurarem formas de obter renda, ocasionando o empreendedorismo por necessidade –, o ceo da BigData Corp, avalia que as mudanças no Simples, incluindo o Microempreendedor Individual (MEI), promovem um novo ambiente de relações do trabalho. “Praticamente 50% dos 12 milhões cadastrados no Simples são MEIs, isto é, cerca de 10% da população economicamente ativa, um percentual considerável. O governo e a sociedade terão que avaliar essa situação”, entende.

Por outro lado, o estudo mostra que essa facilidade de abrir um negócio é maior nas regiões Sul e Sudeste, fazendo com que os negócios menores se concentrem nessas localidades. Das mais de 12 milhões companhias analisadas, 27,21% estão no estado de São Paulo, seguido por Minas Gerais (10,90%), Rio de Janeiro (9,39%), Rio Grande Sul (6,72%) e Paraná (6,43%).

Perfil

Ainda conforme o levantamento, essas 12,72 milhões de empresas cadastradas no regime simplificado de tributação representam 60,73% das companhias ativas na Receita Federal do Brasil.

Um pouco mais de 30% (31,43%) delas está no comércio varejista. “A maior atividade neste setor é a de vendas de roupa, artigos do vestuário e acessórios, sapato, por exemplo. É um negócio mais fácil de ser aberto, há menos burocracia se comparar com um restaurante ou lanchonete”, cita Thoran Rodrigues.

Segundo o executivo, porém, por conta dessa facilidade, é um mercado saturado, o que exige uma pesquisa de mercado se uma pessoa quiser começar a empreender.

Depois de comércio, os setores que se destacam são o de alimentação (8,66%) e o de serviços especializados para construção (5,96%).

quarta-feira, 27 de dezembro de 2017

Confiança do comércio avança e atinge maior nível desde julho de 2014

Fonte: Agência Brasil

Depois de ligeira estabilização em novembro, o Índice de Confiança do Comércio (Icom) avançou 2,4 pontos em dezembro, para 94,8 pontos, atingindo o maior nível desde julho de 2014 (95,8 pontos), na série dessazonalizada. Em médias móveis trimestrais, o índice subiu 1,8 ponto pelo quarto mês consecutivo.

As informações fazem parte da Sondagem do Comércio e foram divulgadas hoje (27) pelo Instituto Brasileiro de Economia (Ibre) da Fundação Getulio Vargas (FGV). Os dados indicam que a alta do Icom de novembro para dezembro ocorreu em 8 dos 13 segmentos pesquisados.

Para o resultado, no entanto, foi determinante a melhora no Índice de Expectativas (IE-COM), que chegou a avançar 4,9 pontos, atingindo 104,8 pontos, o primeiro valor acima dos 100 pontos desde março de 2014 (102 pontos).

Já o Índice de Situação Atual (ISA-COM) caiu 0,4 ponto no mês, para 85 pontos. Na avaliação do coordenador da Sondagem do Comércio da FGV, Rodolpho Tobler, a queda desse índice, que ocorre pelo segundo mês consecutivo, “mostra que a recuperação das vendas continua sendo um processo gradual”.

Ele ressalta o fato de que, após a acomodação verificada em novembro, o Índice de Confiança do Comércio voltou a subir em dezembro, sustentado pela melhora das expectativas. “A alta do Índice de Expectativa sugere que o setor está otimista em relação à sustentação da fase de recuperação das vendas ao longo do primeiro semestre de 2018”.

Para Tobler, “entre os fatores que vêm impulsionando o otimismo do setor estão a inflação baixa, o ciclo da redução da taxa de juros, as perspectivas de recuperação do mercado de trabalho e a evolução recente da confiança dos consumidores”.

Crescimento anual

O Índice de Confiança do Comércio (Icom) cresceu, ao longo dos 12 meses deste ano, 15,9 pontos, ao passar de 78,9 pontos, em janeiro, para 94,8 pontos agora em dezembro.

O crescimento de janeiro a dezembro reflete resultados positivos em todos os segmentos que definem o comportamento do Icom, com o Índice de Expectativa chegando a subir 14,9 pontos nos 12 meses do ano.

O crescimento ao longo do ano é ainda maior quando se analisa o comportamento do Índice de Situação Atual, que fechou dezembro em 85 pontos, depois de ter iniciado 2017 com 68,8 pontos - uma expansão de 16,2 pontos no fechamento do ano.

Para a edição de dezembro da Sondagem do Comércio, a FGV coletou informações com 1.179 empresas, entre os dias 1º e 22 de dezembro.

Você sabe como preparar a sua empresa para vender para o governo?

Pensando em abrir novos horizontes para os negócios das micro e pequenas empresas (MPE’s), o Sistema CNDL disponibiliza informações sobre como participar do mercado de compras governamentais.

Para isso, criamos este canal com conteúdo consistente desenvolvido por um parceiro especializado em expandir as atividades dos micro e pequenos empresários: o Sebrae.

Por meio de 10 vídeos explicativos, uma cartilha e todo o passo a passo para habilitar a sua empresa a participar de uma licitação, você terá a oportunidade de inteirar-se dessa oportunidade de negócio.

terça-feira, 26 de dezembro de 2017

Comunicado Sindilojas - Feriado 29 de Dezembro

O Sindicato das Empresas do Comércio de Bens e Serviços de Santa Cruz do Capibaribe (Sindilojas) informa a todos os empresários que no dia 29 de dezembro, próxima sexta-feira, é feriado municipal, alusivo a emancipação de Santa Cruz do Capibaribe, aniversário da cidade. O Sindilojas informa ainda que, caso o empresário deseje abrir sua loja deverá fazer o acordo coletivo de trabalho. Basta se dirigir até a sede do sindilojas, que funciona na CDL para solicitar autorização de funcionamento até as 15 horas da quinta-feira (28).

Para funcionar neste dia, o empresário precisa fazer solicitação junto ao SINDILOJAS, fazer o preenchimento do requerimento e pagar a taxa da contribuição sindical. Mais informações: (81) 3731-7162.

Confiança do Consumidor estabiliza e atinge 41,9 pontos em novembro, mostra indicador do SPC Brasil e CNDL

Fonte: Ascom CNDL e SPC Brasil

80% dos brasileiros ainda avaliam negativamente as condições da economia. Custo de vida alto é o que mais pesa na vida financeira

O nível de confiança do consumidor brasileiro com a economia e suas próprias condições financeiras ficou praticamente estável na comparação entre outubro e novembro de 2017, passando de 42,1 pontos para 41,9 pontos. Os dados são do Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL). Resultados abaixo de 50 pontos mostram que a maior parte dos consumidores segue pessimista com a economia e com a vida financeira.
“Para os próximos meses, espera-se que o processo de recuperação da economia produza efeitos mais perceptíveis para o consumidor, melhorando sua avaliação do momento atual e, consequentemente, a confiança”, afirma o presidente da CNDL, Honório Pinheiro. “A mais aguardada mudança é a redução do desemprego, que já registrou queda nos últimos meses, mas ainda permanece elevado, atingindo número próximo dos 13 milhões.”
O Indicador de Confiança é composto pelo Subindicador de Expectativas, que marcou 53,0 pontos e pelo Subindicador de Condições Atuais, que registrou 30,7 pontos em novembro.
Desemprego é a principal explicação entre quem avalia a economia como ruim
De acordo com o levantamento, 80% dos consumidores avaliam negativamente as condições atuais da economia brasileira. Para 17%, o desempenho é regular e para apenas 2% o cenário é positivo. Entre aqueles que avaliam o clima econômico como ruim, a principal explicação é o desemprego elevado, citado por 42% dos entrevistados. Mesmo com a inflação em queda, a alta de preços de produtos e serviços é causa principal da percepção negativa da economia para 30% dos consumidores, enquanto 11% citam os altos juros.
Já quando se trata de responder sobre a própria vida financeira, 40% dos brasileiros consideram a atual situação como ruim ou péssima. Outros 46% consideram regular e um percentual menor, de apenas 12%, avalia como boa.
O orçamento apertado e a dificuldade de pagar as contas são as principais razões para considerar a vida financeira ruim, apontadas por 37% desses consumidores. Os entrevistados mencionam também o desemprego (29%), a queda da renda familiar (20%) e o fato de terem lidado com algum imprevisto que desorganizou as finanças (6%). Já o percentual de consumidores que veem a sua vida financeira como boa é de 12% e, dentre estes, para 45% as coisas vão bem por causa do controle que fazem do seu orçamento.
“O dado revela a importância de colocar a organização financeira como prioridade, sobretudo em um momento de crise como o que vivemos atualmente”, afirma a economista-chefe do SPC Brasil, Marcela Kawauti. “Muitos consumidores negligenciam a prática do controle orçamentário e evitam confrontar, na ponta do lápis, o valor dos seus ganhos e dos seus gastos. Isso pode estar na raiz do endividamento, da inadimplência, além de constituir, no longo prazo, um impedimento à realização de sonhos”, diz.
Apenas 10% dos consumidores estão pessimistas com própria vida financeira
A sondagem também procurou saber o que os brasileiros esperam do futuro da economia do Brasil para os próximos seis meses e descobriu que 35% estão declaradamente pessimistas. Quando essa avaliação se restringe à vida financeira, no entanto, o volume de pessimistas cai para apenas 10%. Os otimistas com a economia são apenas 17% da amostra, ao passo que para a vida financeira, o percentual sobe para 53% dos entrevistados.
Para justificar a percepção majoritariamente pessimista com os próximos seis meses da economia, os recentes escândalos políticos surgem com força: 30% citam a corrupção com dinheiro público como a principal razão de seu desalento, seguido pelas discordâncias com as medidas econômicas (19%) e o desemprego (17%).
Tanto entre os otimistas com a economia do pais quanto com a própria vida financeira não sabe explicar ao certo a razão desse sentimento: apenas dizem esperar que coisas boas devem acontecer. Para a economia esse percentual é de 42%, ao passo que para a vida financeira é de 34%.
Ainda com relação ao otimismo com a economia, 12% disseram que já notaram que a pior fase da crise ficou para trás e outros 12% acreditam que as pessoas estão mais otimistas que há alguns meses, razões explicam as boas perspectivas com a economia brasileira. Do lado da vida financeira, 27% veem chances de conseguir um emprego ou uma promoção na carreira, 11% acreditam na melhora da economia e 9% acreditam que fazem uma boa estão de seus recursos, fatos que explicam o comportamento mais esperançosos desses brasileiros.
Custo de vida alto é o que mais pesa na vida financeira
Ainda que os dados de inflação tenham mostrado, de forma recorrente, índices baixos, para 48,0% dos consumidores, o que mais tem pesado na vida financeira familiar é o alto custo de vida. Também pesa sobre o orçamento das famílias o desemprego, citado por 18% dos entrevistados e o endividamento, mencionado por 12%. Além desses, 11% citam a queda dos rendimentos mensais.
Se o custo de vida prejudica o orçamento familiar, a energia elétrica é o item das despesas da casa mais citado quando se fala em aumento dos preços: 81% notaram que os preços desse item aumentaram. Para 75%, houve aumento de preços nos supermercados e para 71%, houve aumento do preço dos combustíveis. Além de se preocupar com o custo de vida, o indicador do SPC Brasil mostra que, dentre os entrevistados que exercem alguma atividade remunerada (62%), 42% não têm receio de serem demitidos. Para 23% o risco é médio e para 27% baixo.

sexta-feira, 22 de dezembro de 2017

Comunicado CDL


A CDL de Santa Cruz do Capibaribe, comunica a todos os associados e comunidade em geral que a entidade estará fechada no dia 25 de dezembro, segunda-feira. O fechamento da CDL se dará em função do feriado festivo de Natal. Desde já, a CDL deseja a todos os sinceros votos de um bom Natal e um 2018 cheio de sucesso!