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quinta-feira, 20 de abril de 2017

CDL fecha neste feriado de Tiradentes



A CDL Santa Cruz do Capibaribe comunica a todos os associados e comunidade em geral que a entidade será fechada na próxima sexta-feira (21), em decorrência do feriado do Dia de Tiradentes. A entidade abre normalmente no sábado (22). Desde já a CDL deseja a todos um bom feriado!

Comunicado Sindilojas referente ao feriado de Tiradentes



O Sindicato Patronal de Santa Cruz do Capibaribe (Sindilojas), comunica a todos os seus associados e lojistas em geral, que o Feriado do dia 21 de abril (Feriado de Tiradentes), o comércio deve ser fechado, porém para os lojistas que desejam abrir suas empresas, poderão fazer acordo trabalhista juntos ao sindicato patronal, que funciona no prédio da CDL de Santa Cruz do Capibaribe. Estes acordos deverão ser feitos até a próxima quinta-feira (20). Os acordos são obrigatórios para os lojistas que queiram trabalhar com seus funcionários.

Para funcionar neste dia, o empresário precisa fazer solicitação junto ao SINDILOJAS, fazer o preenchimento do requerimento e pagar a taxa da contribuição sindical. Mais informações: (81) 3731-7162.

A CDL tem o espaço adequado para o seu evento empresarial ou reunião de negócios


quarta-feira, 19 de abril de 2017

Ascont promove mais um debate empresarial com Histórias de Sucesso


O Sicoob quer saber...

Visando implementar um novo serviço que venha a colaborar para o engrandecimento do comércio lojista de Santa Cruz do Capibaribe, o Sicoob, a sua cooperativa de crédito quer saber como é a sua relação com a venda a crédito. Essa pesquisa deve ser respondida por lojistas ou gerentes de lojas que atuam com cartão de crédito, pois o Sicoob tem uma maquineta que é um diferencial para o seu negócio: o SIPAG.


Ajude-nos a apresentar o melhor para você e responda as questões no link abaixo!




Feriado do Dia do Trabalhador não pode ser negociado



O Sindicato das Empresas do Comercio de Bens e Serviços de Santa Cruz do Capibaribe (SINDILOJAS) comunica a todos os lojistas da cidade que na segunda-feira (1º de maio), em virtude do feriado do Dia do Trabalhador, o comércio DEVERÁ ser fechado. O Sindilojas comunica ainda que não haverá nenhuma possibilidade de acordo trabalhista.

Mais informações: (81) 3731-7162.

terça-feira, 18 de abril de 2017

É hoje!


25ª Convenção do Comércio Lojista de Pernambuco vai acontecer em Ipojuca


Vendas a prazo apresentam leve alta na Páscoa

Fonte: Agência Brasil

As vendas a prazo na Páscoa cresceram 0,93% em relação ao ano passado, após dois anos de queda, informam o Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e a Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL). O levantamento levou em conta a semana anterior ao feriado.

Na Páscoa de 2014, último ano que registrou alta no indicador, as vendas a prazo subiram 2,55%. Em 2015, houve queda de 4,93% e em 2016, de 16,81%.

“A alta que tivemos neste ano ainda é insuficiente para voltarmos ao patamar anterior à crise, mas é um sinal de que a fase mais aguda da recessão pode ter ficado para trás. Aos poucos, os consumidores sentem-se mais confiantes para voltar a consumir”, disse, em nota, o presidente da CNDL, Honório Pinheiro.

Segundo a entidade, o resultado da Páscoa deste ano rompe uma trajetória de 17 quedas consecutivas nas principais datas comemorativas para o comércio, desde o Dia das Mães de 2014.

segunda-feira, 17 de abril de 2017

Curso de Gestão Estratégica de Vendas da CDL está com inscrições abertas


O que os economistas esperam para o varejo em 2017?

Fonte: Diário do Comércio

Indicadores macroeconômicos, como o desemprego, devem continuar desfavoráveis. Lojista deve buscar eficiência dentro do próprio negócio para ampliar a receita. Historicamente, o crescimento do varejo brasileiro foi superior à evolução do PIB (Produto Interno Bruto, indicador que expressa a soma das riquezas do país). No período de 2000 a 2016, por exemplo, o PIB cresceu em média 2,6% e o varejo, 3,8%, de acordo com dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). A relação direta entre esses dois indicadores continuou existindo desde o início da crise econômica. A diferença é que os números passaram para o campo negativo.

No ano passado, a retração do PIB foi de 3,6%. Mas o tombo das vendas do varejo foi ainda maior, de 6,2%. Um ano antes, em 2015, a atividade econômica contraiu 3,8% e o varejo encolheu 4,2%. Em um ano em que as perspectivas para a economia são melhores, já que as instituições financeiras projetam alta de 0,41% para a atividade econômica, o que pode acontecer com o varejo? A resposta à essa pergunta não é unânime, já que o assunto divide os economistas ouvidos pelo Diário do Comércio.

Para Fábio Silveira, sócio-diretor da MacroSector, o crescimento do varejo será nulo este ano e, desta forma, mais fraco do que o desempenho do PIB, para o qual a consultoria projeta elevação de 0,30%.
“O setor está se ajustando ao novo momento da economia. Enquanto a indústria dá sinais de recuperação, o comércio está demitindo, pois ainda sofre os efeitos da inadimplência e do desemprego, e isso deve se estender para todo este ano”, diz.

Para Rodolfo Margato, economista do banco Santander, PIB e varejo já deverão ter desempenhos positivos e semelhantes em 2017. Segundo ele, o PIB deve crescer 0,70% e as vendas do comércio, 0,80%. Ele lembra que, nos últimos meses, o índice de inflação teve uma variação menor do que a esperada pelo mercado, o que é na verdade uma surpresa positiva. "No ano passado, a massa real de salários encolheu 3,5%, mas já indica estabilidade este ano. Dados do Caged, do Ministério do Trabalho, também mostram uma menor destruição de postos de trabalho”, diz.

Para Emilio Alfieri, economista da Associação Comercial de São Paulo (ACSP), a recuperação, ainda que lenta, da indústria e da agricultura (em torno de 0,5%) deve levar o indicador que mede a atividade ecônomica como um todo para o campo positivo neste ano. Quanto ao varejo, diz, ainda é cedo para fazer qualquer projeção positiva. Até a metade deste ano, a ACSP projeta uma queda de cerca de 3% para as vendas, considerando o período acumulado de 12 meses.

“As vendas só devem reagir com a redução nos juros e a melhora da confiança do consumidor, que está estabilizada, mas ainda no campo do pessimismo”, diz Alfieri.
Para Ulisses Gamboa, economista da ACSP, inflação e juros em queda não serão suficientes para o consumidor voltar às compras. Apesar disso, são bons indicadores para facilitar a renegociação de dívidas.
“Se o consumidor consegue quitar parte dos débitos e o desemprego para de subir, a confiança e as expectativas podem melhorar, estimulando o consumo. Mas isso não é para já”, diz. Ele também afirma que o recurso sacado das contas inativas do FGTS deve funcionar como agrado para os comerciantes. "Mas a maior parte desse dinheiro será usada para pagar dívidas".

QUANDO A ECONOMIA CRESCIA

Os economistas dizem que o varejo teve desempenho superior ao crescimento do PIB por quase duas décadas porque a política monetária favorecia a expansão do crédito e o endividamento das famílias.
Por dez anos, até 2014, dirigentes de grandes redes de varejo viveram uma década de ouro, devido ao expressivo crescimento das empresas do setor.

“Os consumidores eram estimulados a comprar porque tinham acesso ao crédito, e prazos mais longos para pagar. Em certo período, era possível comprar um veículo e parcelar o pagamento em até 84 meses”, diz Alfieri. Hoje, os indicadores macroeconômicos não favorecem o consumo como naquele período. Os juros continuam elevados, o crédito está escasso e o desemprego não para de subir - a taxa atual é de 12,6%. Indicadores que medem a confiança do consumidor, apontados pelos economistas como sinalizadores decisivos para a retomada do varejo, estão em patamares muito baixos.

Pesquisa da ACSP/ Ipsos revela que, em março, 56% dos consumidores se sentiam inseguros no emprego e 66% disseram que não pretendiam comprar eletrodomésticos nos próximos seis meses.
O dado faz parte do Índice Nacional de Confiança (INC), que varia de zero a 200 pontos, e registrou 71 pontos em março, abaixo do registrado em fevereiro (74 pontos) e inferior ao de março de 2016 (73 pontos). Quando a pontuação está abaixo de 100, o consumidor está pessimista. Quando oscila de 100 a 200 pontos, otimista.

O desempenho do varejo continua negativo neste início de 2017. No primeiro bimestre, as vendas do comércio restrito caíram 2,2% em relação a igual período do ano anterior e 5,4% em 12 meses, de acordo com o IBGE. O ponto positivo é que as quedas nas vendas estão diminuindo. No acumulado de 12 meses até dezembro de 2016, a retração atingiu 6,2% e até janeiro deste ano, 5,5%.
Apesar disso, alguns setores tiveram desempenho positivo. Em fevereiro, as vendas do setor de vestuário, tecidos e calçados subiram 3,6% em relação a igual período do ano passado, um sinal de que o pior momento da crise já passou.

Os últimos dados do varejo, divulgados pelo IBGE, levaram a Confederação Nacional do Comércio (CNC) a rever a projeção para as vendas do setor neste ano - de um crescimento de 1,2% para 1,5%.
Para Fábio Bentes, economista da entidade, a queda da inflação e o início do processo de queda dos juros começaram a produzir algum efeito positivo em setores mais dependentes de crédito.

Mesmo que o varejo saia do campo negativo para o positivo e termine este ano com crescimento, ainda vai levar tempo para que os lojistas atinjam os patamares de vendas que tinham antes da crise.
"Não adianta ficar esperando por condições macroeconômicas para tocar o negócio. Enquanto os juros não diminuírem mais e a confiança do consumidor ainda rodar abaixo de 100 pontos, o comerciante não verá dias melhores", diz Alfieri.

De acordo com ele, o lojista terá mesmo de adotar medidas microeconômicas para sobreviver pelo menos até o fim deste ano. Isto quer dizer, olhar para dentro da empresa, prestar atenção no cliente e nos produtos que oferece. Enfim, buscar eficiência. 

quinta-feira, 13 de abril de 2017

Estilista Santa-cruzense se classifica para segunda fase do Reality “Caixa de Costura”

Pautado pela necessidade de aprender e ensinar, como ele mesmo se define, Jorge Feitosa, estilista santa-cruzense, faz da costura sua carreira na cidade de São Paulo, que antes iniciara em Santa Cruz do Capibaribe, lugar ao qual ele faz questão de relembrar, afinal, são suas raízes que o orgulha.

Pois bem, sua humildade e capacidade técnica lhes levaram a um dos mais importantes reality de moda do Brasil, o Caixa de Costura, programa apresentado pela Patrícia Poeta, no Canal por assinatura, GNT, sob a análise dos estilistas André Lima e Isabela Capeto.

No desafio do Programa Caixa de Costura, que foi ao ar na noite desta quarta-feira (12), Jorge Feitosa, juntamente a outros dois concorrentes estilistas, tiveram que desenvolver uma saia de renda, sendo o estilista santa-cruzense o melhor, no que diz respeito a eficiência, pois Jorge conseguiu utilizar bem o tempo e concluir a frente dos demais o seu produto, além do design do produto.

Na análise dos estilistas André Lima e Isabela Capeto, a saia do Jorge foi a melhor, pois o mesmo atendeu melhor a proposta do programa, que era de fato criar uma saia de renda. O estilista André Lima enfatizou que no produto do Jorge, se percebe sim, uma saia de renda, as outras a renda entrou apenas como coadjuvante. Isso consagrou Jorge como classificado para a próxima fase do Programa. A ele, todos nós de Santa Cruz do Capibaribe desejamos sucesso e queremos ver seu brilho Jorge. Muito Sucesso, porque o seu brilho nos enche de orgulho!


Para ver a análise dos estilistas André Lima e Isabela Capeto, clique aqui!

quarta-feira, 12 de abril de 2017

CDL Jovem planeja Campanha do Dia da Liberdade de Impostos

A diretoria da CDL Jovem de Santa Cruz esteve reunida para planejar uma das campanhas que mais geram repercussão na cidade. É a ação do Dia da Liberdade de Impostos – DLI, onde a CDL Jovem promove uma Campanha de venda de um determinado produto totalmente livre de imposto, a fim de demonstrar ao consumidor o que ele paga de impostos em apenas um produto.

A ação, que geralmente é realizada em um posto de combustível, onde o posto revende uma quantidade de litros de gasolina sem impostos. Sobre isso e outras ações durante a campanha DLI, os diretores jovens da CDL estiveram reunidos na manhã desta quarta-feira (12), para planejar o evento, que está previsto para ocorrer no final de maio.



Comunicado CDL


Como a Receita está de olho no seu patrimônio pelas redes sociais

Fonte: Portal Exame

O contribuinte declara que é dono de uma empresa que fatura 100 milhões de reais, mas posta fotos no Facebook participando de churrascos em uma comunidade. Outro nega ser o dono de uma empresa, mas aparece dando palestra para os funcionários em um vídeo no YouTube. Já outro nega ter qualquer vínculo com um “laranja”, mas a ligação aparece em redes sociais, seja por meio de uma amizade ou fotos.

São esses tipos de informações que a Receita Federal busca na internet para verificar se as informações contidas na declaração do Imposto de Renda dos contribuintes são verdadeiras. “Agregamos pesquisas feitas pela internet e nas redes sociais a todas as informações que os auditores já têm, como documentos registrados em cartórios e extratos bancários”, explica Flávio Vilela, diretor de fiscalização da Receita.

E cada vez mais essa coleta de dados é aprimorada. Por exemplo, esse será o primeiro ano que o Fisco irá utilizar inteligência artificial para checar dados informados pelos contribuintes na internet. O uso da ferramenta permitirá à Receita coletar uma quantidade maior de informações de forma automatizada, em complemento ao trabalho de auditores especializados nesse tipo de busca. “Vamos atingir pessoas que não conseguíamos atingir antes”, conclui o diretor. A inteligência artificial já era usada para evitar sonegação de impostos nas operações de importação e exportação.

Engana-se quem pensa que essas pesquisas na internet feitas pela área de fiscalização do Fisco se restringem a contribuintes com patrimônio de mais de 1 milhão de reais, que exigem uma investigação mais complexa. “Também utilizamos esses recursos para buscar a origem de pequenos valores”, conta Vilela.

Por conta do aprimoramento contínuo da fiscalização, nos últimos três anos a Receita Federal estima ter recuperado mais de 1 bilhão de reais em impostos, sonegados por cerca de 2 mil contribuintes.

Como é feita a pesquisa

Com base em documentos e extratos, a busca feita pela Receita pesquisa menções, vínculos e até fotos postadas nas redes sociais. O sistema geralmente utiliza palavras chaves para investigar bens de maior valor, como iates e aviões.

Já fotos de viagens ao litoral podem ser um sinal de que o contribuinte tenha patrimônio declarado naquela cidade, como imóveis. Ao constatar isso, a Receita faz uma pesquisa de bens relacionados ao contribuinte nos cartórios locais.

Mais do que agregar informações, essa varredura pode servir como prova para a cobrança de impostos. Foi o caso do empresário que apareceu dando palestra para a equipe de sua empresa no Facebook como diretor, mas negava a função. “Anexamos o vídeo como prova no processo para pagamento do imposto”, conta Vilela.

Foco são “laranjas”

O alvo mais comum de pesquisas do Fisco pela internet é o que Vilela chama de “esvaziamento patrimonial”. “O dinheiro que não é declarado geralmente não está no nome do contribuinte. Ele pode colocá-lo no nome de uma empregada doméstica ou de parentes próximos. Desde que não seja uma doação aos filhos, devidamente informada à Receita, isso é sonegação”.

O diretor conta que muitas vezes a Receita tem elementos para elaborar um auto de infração (procedimento administrativo que é aberto quando se constata infrações, como falta de pagamento de impostos), como um grande volume movimentações financeiras. No entanto, o contribuinte não tem patrimônio em seu nome para que a sonegação seja comprovada. “Nesse caso, vamos atrás de informações para saber quem é o verdadeiro dono”.

São os vínculos nas redes sociais, cruzados com informações sobre movimentações financeiras, que podem mostrar se o dinheiro está sendo transferido, e para onde.

Ainda que o contribuinte que é alvo da operação se preocupe em proteger os dados, menções a ele feitas por amigos na rede podem deixar rastros das infrações, conta Vilela. “Já conseguimos provar que um contribuinte era dono de uma empresa porque o motorista postou no Facebook que ele era o seu patrão”.

terça-feira, 11 de abril de 2017

Vice-Presidente da CDL fala sobre associativismo para Câmara Setorial das Escolas

Os diretores das instituições de ensino particulares, que formam a Câmara Setorial das Escolas da CDL de Santa Cruz do Capibaribe tiveram um encontro na manhã desta terça-feira (11), onde puderam conhecer o trabalho desenvolvido pela CDL ao longo desses 24 anos, através de um café da manhã, promovido pela entidade para a câmara setorial.

A apresentação foi realizada pelo vice-presidente da entidade, Fábio Lopes, que falou sobre a relevância da instituição para o cenário local, regional e até nacional. “Nossa CDL é a quarta maior entidade do Estado de Pernambuco e, tudo isso, graças a um trabalho sério que é desenvolvido. Portanto, é preciso que vocês entendam que ao se integrar a uma Câmara dessas, vocês automaticamente têm a responsabilidade de representar a CDL”, pontuou.


Em seguida, Fábio Lopes, falou sobre a importância do associativismo, relatou a necessidade de fazer um trabalho em conjunto e de forma segmentada, assim como também apresentou os cases de sucesso das outras câmaras setoriais.


Logo após a apresentação do vice-presidente, as diretoras e diretores puderam tirar dúvidas e pontuar sua satisfação em fazer parte da Câmara Setorial, o que para eles, tem agregado valor ao grupo.


Comunicado Sindilojas - Feriado Sexta-feira Santa

O Sindicato das Empresas do Comércio de Bens e Serviços de Santa Cruz do Capibaribe (SINDILOJAS) informa a todos os empresários que, no dia 14 de abril, sexta-feira, é feriado, alusivo a Sexta-feira da Paixão de Cristo. O SINDILOJAS informa ainda que, caso o empresário deseje abrir a loja deverá fazer o acordo coletivo de trabalho. Basta se dirigir até a sede do SINDILOJAS, que funciona na CDL para solicitar autorização de funcionamento até quinta-feira (13).


Para funcionar neste dia, o empresário precisa fazer solicitação junto ao SINDILOJAS, fazer o preenchimento do requerimento e pagar a taxa da contribuição sindical. Mais informações: (81) 3731-7162.

Entrega da declaração do Imposto de Renda 2017 termina em 28 de abril

O prazo de entrega do Imposto de Renda 2017, referente aos ganhos de 2016, começaram no dia 2 de março e termina em 28 de abril, segundo informou a Receita Federal.

Ao contrário de anos anteriores, o governo antecipou o anúncio do cronograma do Imposto de Renda para janeiro, em vez de fevereiro, por meio de instrução normativa publicada no "Diário Oficial da União".

De acordo com o comunicado, a Receita vai disponibilizar os para download os programas relativos ao carnê leão e a ganho de capital no dia 20 de janeiro. No dia 23 de fevereiro, será a vez do Programa Gerador da Declaração do Imposto sobre a Renda da Pessoa Física 2017 (DIRPF 2017)
Os contribuintes que enviarem a declaração no início do prazo, sem erros, omissões ou inconsistências, também recebem mais cedo as restituições do Imposto de Renda – caso tenham direito a ela. Idosos, portadores de doença grave e deficientes físicos ou mentais têm prioridade. Os valores normalmente começam a ser pagos em junho de cada ano pelo governo e seguem até dezembro, geralmente em sete lotes.

Com informações do G1 - Portal de Notícias da Globo